A diferentona…


Começando o post com o seguinte tweet:

 

Não sei se você tem twitter. Se tiver, já aproveita e me segue, é @luiz8P. Mas o meme de “diferentona” está sendo um dos mais replicados. Vamo bater um papo sobre isso?

Olha, eu fiquei mesmo pensando nisso um bom tempinho antes de vir aqui escrever um textão sobre o assunto. Até porque é normal ser diferente, o que não é normal é você se sentir a única pessoa. E esse é um assunto um pouco difícil de tratar, até porque pode soar um pouco hipócrita da minha parte.

Por que? Simples, eu realmente acredito que cada pessoa é especial e única. Você que está lendo é especial e único, quer você queira ou não. Agora isso só acontece por causa da sua história. Você consegue entender? Não porque você é a única pessoa que gosta de uma coisa X ou Y. Porque é claro que você não é única pessoa, lide com isso.

Sério, se você tá pensando que você é único em alguma coisa, lembre que tem um pessoa na China que tem a metade da sua idade e faz algo mil vezes melhor do que você – zueira porque isso me deixa triste. Na verdade somos 7 bilhões de pessoas SETE BILHÕES, e você ainda acha que você é o escolhido, herdeiro de sonserina,que vai ser o diferentão, ou diferentona? Menos.

Por um outro lado,você é único, mas por você ser quem você é, suas escolhas,sua história. Tudo o que você passou e que vai passar e o que você gosta ou não gosta, faz de você quem você é. Agora não precisa lembrar que você é diferente porque todos somos! Okay? Okay.

Espero que você tenha gostado e até uma próxima! 

 

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Aperfeiçoamento.


Dando continuidade ao “The Fearless Project”. Hoje eu vou falar um pouco sobre o aperfeiçoamento do meu gosto músical. É nesse momento que você deve estar se perguntando o que cargas d’agua gosto musical tem a ver com projeto em geral. Bem, da minha parte tudo. Pois sou do tipo que me inspiro em música para fazer tudo na minha vida.

De um tempo pra cá, depois de conhecer uma pessoa, meu gosto musical se apefeiçoou drasticamente. Já fazia um tempo que eu queria ouvir mas rap e hip-hop. Ah , mas é só pegar e escutar. Não, não é só parar, enviar os fones no ouvido e sair por aí. Tem coisas que você tem que aprender. Tem que ser um artista que rola a identificação e tal.

Como já havia um tempo que eu estava pensando em me aprofundar nesse estilo eu fui. Daí comecei a ouvir mais Jay-Z, por motivos de proximidade. E foi aí que rolou uma identificação. Depois fui pra Nicki Minaj e Drake  –e como é estranho escrever o “e”e não “and”. Acho que uma das coisas que me deixa com um pouco de receio é pois não consigo cantar sem ter uma parada respiratória– vida que segue né?

O que tudo isso tem a ver com o “The Fearless Project”, bem era um estilo que tinha medo de ouvir, sabe? Eu sou extremamente pop, e pra mim é um estilo agressivo, mas no final tenho curtido. Além disso foi um modo de eu tentar me aproximar da realidade do Projeto de Habitação de Interesse Social. Porque como muitos sabem, o berço desse tipo de música é o gueto. Pessoas que viveram em condições ruins e hoje estão no topo do mundo. Não vou te dizer que não fiz o mesmo com o funk, porque bem, eu fiz. Hoje no Brasil a gente vive um momento de ascenção e aceitamento do estilo musical, o que me deixa muito orgulhoso. E pode ter certeza que isso está no meu projeto.

Se você também se aperfeiçoou em alguma coisa, se está fazendo o possível pra mudar o que você sente medo, ou não gosta, por favor não esqueça de comentar aqui em baixo a sua experiência. Vai ser muito importante pra mim. Nos falamos em um próxima vez! Até breve 😜

Planos para o futuro…


Não sei porque, mas hoje acordei desse jeito e com vontade de escrever sobre planos pro futuro. Acho que tudo meio que começou com esse tweet aqui do Vitor Liberato – não ele não é parente do Gugu.

Continuo não sabendo o porque – e acho que a minha terapia tá fazendo falta – mas isso me fez colocar a mão na consciência e pensar mais um pouco.

A gente tá em dezembro, pertinho do Natal. Daqui a um sopro tamo comemorando o ano novo, e 2016 tá aí. Pra mim já é quase tradição meio que fazer uma listinha do que eu espero para um próximo ano. Os planos para o futuro. Só que eu já disse que eu sou péssimo em cumprir as coisas.

Eu tenho feito alguns planos pro futuro. Eu só não vou contá-los pois o tweet a cima já diz tudo. Estou imaginando coisas legais pra minha casa, pros meus projetos pessoais. A verdade é que faço muitos planos, menos pra vida amorosa, ou amigos é muito instável a vida pra tentar planejar algo assim. Mas acaba que por exemplo, eu quase não cumpri nada que planejei pra 2015. Eu não emagreci por exemplo, e agora a minha saúde não tá tão legal por causa disso. Eu não terminei um certo livro. Eu não fiz um certo projeto como eu imaginava. Eu não melhorei a minha casa, eu não cozinhei tudo o que eu queria ter cozinhado. Eu não saí como eu queria ter saído. Não fui em shows que eu queria ter ido. Não tive tanto dinheiro como imaginei.

Mas quer saber? Isso não quer dizer que meu 2015 foi de tudo ruim. Eu me deixei surpreender sobre o que o destino reservou pra mim. Eu trabalhei junto com pessoas incríveis que foram amáveis comigo e me receberam sem nenhum tipo de preconceito e fomos bem nisso, mesmo sendo todos diferentes. Eu conheci pessoas incríveis. Eu me descobri. Descobri lugares bons, eu descobri uma meta pra vida. Pessoas me inspiraram a fazer o melhor. Eu aprendi a perdoar, e me sentir bem com isso. Não teve muito dinheiro, não teve muita viagem, não teve muito plano realizado, mas teve algumas coisas e é isso que importa que teve, que não foi um ano em branco.

Aprendi que você tem que fazer planos, e que tem que ser rigoroso para que eles aconteçam e que isso depende só de você. Eu fui muito preguiçoso, e não me esforcei por isso algumas coisas não aconteceram. Mas aprendi também que não tem nada de errado em deixar as coisas na mão do destino as vezes e se surpreender com isso!

Esta geração está perdida? Será?


Se você nasceu entre 1982 e 2002, e sempre ouve que a nossa geração está perdida, ou se você é uma das pessoas que diz isso dê uma olhada nesse vídeo e mude um pouco a sua perspectiva.

Por mais que pareça que realmente a minha geração está totalmente perdida nesse mundo – e, sim, eu as vezes penso nisso-,  mas então eu vejo as coisas incríveis que somos capazes de fazer, como somos capazes de motivar as pessoas, ou então nos aproximar de quem está longe. Sim, somos todos cheio de defeitos, mas e daí? Quem não é? Não largamos nossas celulares, mas já fizemos coisas incríveis com ele, que o diga a primavera árabe. Quantas vezes eu já não abri o YouTube, ou algum blog que me deu força pra seguir em frente? Estamos separados, mas ao mesmo tempo, estamos juntos – e não do modo ruim.

Muitos, inclusive amigos meus, queriam viver outras épocas por causa de bandas ou então estilo de vida (ou seria de época?). E não sei se posso dizer que faço parte de uma pequena minoria que vê que nós somos tão bons quanto os que vieram antes da gente, estamos sim mudando o mundo, lutando contra as coisas erradas. E sim, existem muitos jovens só pensando em si, em quantos likes vão ter no facebook ou no Instagram. Quantos seguidores tem no Twitter ou Tumblr. Pensamos na gente, mas pensamos muitos nos outro, alguns de nós ao menos. Talvez não nessa ou naquela pessoa que esteja aqui no nosso lado, mas eu não sou pior porque estou me dedicando a uma pessoa que está longe. Ou meu esforço é menor porque eu tento fazer algo para o mundo e não apenas para a minha comunidade. Eu não sou pior e nem melhor porque eu tenho tecnologia e uso-a bem.

Somos todos iguais, e com a mesma capacidade de querer e fazer um mundo melhor. Basta apenas dar o primeiro passo.

via Sob Sol

Fearless


Queridos leitores, faz um tempinho que eu realmente não venho chorar minhas pitangas nesse local. Venho através dessa postagem dizer que não, não está nada bem comigo. Eu perdi meus amigos novamente. Entretanto esse é o momento de eu ser mais forte do que nunca e seguir em frente. Sou mimizendo (um beijo pro meu ascendente em câncer que me faz ser extremamente sentimental). Olha ninguém vem aqui ler regularmente, mas se alguém reclamar só vai rolar mais texto.

Em fim, resolvi fazer algo diferente para chorar as pitangas dessa vez, abaixo tem um pensamento da Taylor Swift que eu acredito ser muito correto. Então está ele em inglês primeiro, se você saber ler em inglês parabéns amiguinho, não faz mais do que a obrigação. Mas se você não sabe não fique triste, eu fiz uma tradução livre e adicionei alguns comentários – é claro – pra você também utilizar na sua vida.

To me, “FEARLESS” is not the absence of fear. It’s not being completely unafraid. To me, FEARLESS is having fears. FEARLESS is having doubts. Lots of them. To me, FEARLESS is living in spite of those things that scare you to death. FEARLESS is falling madly in love again, even though you’ve been hurt before. FEARLESS is walking into your freshmen year of high school at fifteen. FEARLESS is getting back up and fighting for what you want over and over again… even though every time you’ve tried before, you’ve lost. It’s FEARLESS to have faith that someday things will change. FEARLESS is having the courage to say goodbye to someone who only hurts you, even if you can’t breathe without them. I think it’s FEARLESS to fall for your best friend, even though he’s in love with someone else. And when someone apologizes to you enough times for things they’ll never stop doing, I think it’s FEARLESS to stop believing them. It’s FEARLESS to say “you’re NOT sorry”, and walk away. I think loving someone despite what people think is FEARLESS. I think allowing yourself to cry on the bathroom floor is FEARLESS. Letting go is FEARLESS. Then, moving on and being alright…That’s FEARLESS too. But no matter what love throws at you, you have to believe in it. You have to believe in love stories and prince charmings and happily ever after. That’s why I write these songs. Because I think love is FEARLESS.

-Taylor Swift

 

Pra mim, “CORAJOSO” não é se abster de medo. Não é não ter medo de nada. Pra mim, ser destemido é ter medos. Não ter medo é ter duvidas. Um monte delas. Pra mim, ser sem medo é viver no limite das coisas que de tão medo de morrer. Ser destemido é se apaixonar loucamente de novo, mesmo se você se machucou antes. Ser sem medo, é andar com um caloura(o) quando se está no ensino médio com 15 anos (ou na faculdade mesmo galera). Não ter medo é mesmo cansado de lutar pelo que você quer você não desiste, se você já perdeu antes. Ser sem medo é ter fé que algum dia as coisas irão mudar. SER DESTEMIDO é ter coragem de dizer adeus a alguém que só te machuca, mesmo não conseguindo respirar sem esse alguém (no meu caso alguens). Eu penso que Ser sem medo é se apaixonar pelo sua (seu) melhor amiga(o) mesmo sabendo que ele(a) ama outra pessoa. E quando uma pessoa se desculpa com você o suficiente para parabém que as essas coisas nunca vão parar de acontecer e parar de acreditar nelas é ser corajoso. Não ter medo é dizer “você não está desculpado” e sair andando. Eu acredito que é corajoso amar alguém não importando para o que as outras pessoas dizem é ser sem medo. Eu penso que chorar no consigo mesmo no chão do banheiro é ser corajoso (quem nunca?). Deixar ir é ser destemido. E depois seguir em frente e tudo estar bem… é ser sem medo também. Mas não importa o que o amor trás pra você, você tem que acreditar nisso. Você tem que acreditar em histórias de amor e em príncipes encantados (é o que está escrito não tenho culpa se você for menino e está lendo isso) e em “felizes para sempre”. É por isso que eu escrevo canções. Porque eu penso que amor é não ter medo.

-Taylor Swift

 

Música diferentes para situações diferentes


Todos nós somos diferentes e curtimos músicas de estilos diferentes, claro. Não sei, vocês mas eu também fico imaginando em ir em festas que toquem o meu estilo de música e tal, mas principalmente a música que você escuta. Mas vamos deixar claro que existem músicas que caem muito bem no seu ipod ou celular e que não são tão legais em festas.

Dead Mau5

Se você pensa que eu estou falando só de músicas que eu não gosto está completamente enganado. Se vocês pensam que eu só ouço farofa, sabe de nada inocente. Pra você que ainda está meio perdido no termo “farofa” é o tipo de música Tecno, própria de balada. O melhor exemplo desse tipo de música é “We Found Love” da Rihanna. Voltando ao assunto, essa músicas são realmente boas pra quando estamos na balada ou em um bom dia, o que não é 90% das nossas vidas não é mesmo?

Eu sou mais fã dos metais, sempre amei eles. Ainda mais quando eles vêm com um rap ou hip-hop. Crazy in Love e Problem são exemplos de Urban. Um estilo que fez bastante sucesso na década de 1990 e quem tem sido retomado nos últimos tempos por grandes artistas como a própria Beyoncé, Justin Timberlake e a Ariana Grande. E muita gente não gosta. Eu também gosto de músicas como “Resentment” que nunca, NUNCA, vai tocar em uma balada e/ou festa. Ou até mesmo “At Last”, essa toca em festa, geralmente de casamento, ou em bodas para a valsa dos noivos.

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Eu não sou muito a fã do estilo hipster e não escondo de ninguém isso. Entretanto não posso ser tão preconceituoso assim e até aceito o estilo e escuto até algumas musicas e/ou artistas. Lana Del Rey, Arctic Monkeys, Florence + The Machine <3, Muse, Jake Bugg e Lorde são exemplo desse universo. Sejamos sinceros, não são todas as música e artistas desses que estão aptos a tocar em uma balada (que não seja hispter) e/ou festa a menos que esteja com um remis milagroso como “Summertime Sadness” da Lana

Em fim, essas segundas musicas, tem sentimentos, digamos, meios anestesiados que cortam a animação de qualquer pessoa que queria festeja, principalmente por suas letras tristes e melodias paradas. Por isso muitas vezes o remix caí muito bem! Já as primeiras são ótimas para festejar e não para o dia a dia.