Review: Sejam bem-vindos a ANTI


Depois de um pouco mais de 2 anos de uma longa espera cheia de ansiedade e rumores Rihanna finalmente lançou o antes chamado #R8… O ANTI. E agora eu vi aqui pra que? Isso mesmo pra te dizer o que eu achei desse álbum!

A capa.

Um dos pontos mais fortes do álbum está na capa. É tão simples e ao mesmo tempo sofisticada. E por que não dizer que é linda? O vermelho  contrastando com o branco e a Coroa tampando os olhos? Tão incrível. Entretanto a parte mais poética pra mim é uma criança na capa desse álbum. Se você ainda não escutou o ANTI, talvez não seja capaz de captar esse paradoxo.

AQUI COMEÇA O REVIEW

Uma criança na capa é muito poético para o álbum mais maduro da Rihanna. Fiquei muito em duvida se o título “Embrace your past but live for now” ficaria muito pesado para isso. Entretanto, não há melhor forma de definir o ANTI. No álbum anterior a esse, o “Unapologetic”, Rihanna casou de se desculpar e cresceu, fez muita música com conteúdo, belas letras e classe. A perda da sua avó ainda é o meu palpite para tanto crescimento. Porém o ANTI é bem mais que parar de se desculpar e sim assumir a responsabilidade por quem Rihanna se tornou.

A menina cresceu e agora resolveu passar uma mensagem; e no momento certo. Rihanna e sua equipe são muito bons. Ela não caiu em um erro muito comum de em um segundo ou terceiro álbum quando o seu público ainda não está formado de lançar um CD maduro que muda totalmente o estilo da sua música, como Lady Gaga com “Born This Way” e Jessie J com o “Alive” – não estou dizendo que esses álbuns são ruins, só que foram lançados em um momento errado.

Rihanna, veio abrindo o caminho pro ANTI. Perceba que do “Loud” pro “Talk That Talk” nos já sentimos uma leve mudança no estilo, algo mais hip-hop com uma ostentação. Depois do “Talk that Talk” pro “Unapologetic” vimos as batidas diminuindo. Não teve tanta farofa – as músicas pra se jogar na balada– e  acabamos por  sentir as músicas como “Diamonds”, “Stay”, mas quem não se lembra do “Right Now” com o David Guetta que dava a maior vontade a arrastar os moveis da sala e sair dançando? Mas agora esquece… Acabou isso tudo. “FourFiveSecods”, “American Oxigen” e “Bitch Better Have My Money” (BBHMM) já indicavam que agora ia ter caviar. A primeira música é uma parceria com Kanye West e Paul McCartney é  uma baladinha lenta com dos ícones da música mundial, American Oxigen mostrava uma Rihanna que queria cantar sobre as coisas que sentia e por fim BBHMM diz que estaria em fim cantando sobre dinheiro e poder, sem nenhum pudor.

Como quem me acompanha sabe eu fui no show da RiRi no Rock in Rio. O que quase ninguém sabe foi que eu notei uma “vibe” muito mais de rock no show, eu não entendia muito bem o porquê daquilo. Tinha algo estranho. Mas eu nunca disse a ninguém as vezes era só o estilo do show. Não, Rihanna já deu aquela preparada pro que estava vindo. A entrada do show e as guitarras no talo apresentavam a prévia do ANTI. E bem agora o show que eu não achei tão bom ficou um pouco mais interessante.

No ANTI, vemos essa “vibe” mais hustler de Rihanna com faixar como “Desperado” e “Work” que conta com a participação do Drake. Na música que abri o ANTI, “Cosideration” que conta com a participação de SZA tem um lado mais reggae e claramente tem um dedo do mentor Kanye West na batida, é uma das minhas favoritas. Uma coisa que não favoreceu um álbum que demorou 2 anos para ser feito foi o fato dele contar com 3 faixas do tipo interlude, 2 com um pouco mais de 2 minutos e outra com menos são elas “James Joint”, “Yeah, Said it” e “Higher” essa foi uma que eu fiquei “eu preciso de mais!”. Outro ponto bem fraco foi o cover de “New Person, Same Old Mistakes” (Tame Impala) que foi renomeada de “Same Ol’ Mistakes”. Olha Rihanna, você me respeita, eu fiquei esperando 2 anos fui no seu show para você fazer uma música cover de 6 minutos? E que nem é tão boa, não querida. Por falar em cover… eu ouvi a versão Deluxe do ANTI que saiu, nele Rihanna apresenta mais um interlude nomeada “Goodnight Gotham” que é o inicio do show dela no Rock in Rio e o que aparece nesse comercial da Dior que nada mais é do que a “Only If For a Night” da Florece and The Machine, mas que pra minha decepção só fica repetindo o nome da música original com vários efeitos.

O que ainda me surpreendeu mais foi que nenhuma das três músicas lançadas anteriormente foi incorporada ao CD. Simplesmente descartas, o que poderia ser uma arma poderosa para o conexão com o público.

Mas em fim, do que se trata o ANTI?

Anti se trata de nada mais do que emoção, uma emoção crua e verdadeira. Mostra a Rihanna apaixonada, que trabalhou duro, que amadureceu. Uma Rihanna que não é mais tão baladeira, mas uma Rihanna humana e sincera. Mostrando suas fragilidades como a criança que aparece na capa desse álbum. Não era nada do que esperamos, o que não significa que o álbum não é incrível porque sim, ele é. Então se apaixone por essa nova Rihanna, ela é tão parecida contigo que você nem imagina.

Rock in Rio e uma semana muito bagunçada


Oi Galerinha. Eu já começo pedindo desculpas por essa semana que foi uma loucura e por isso eu não postei. Aliás as ultimas semanas tem sido assim, mas já está tudo voltando ao normal, então me desculpe.

Bem como eu anunciei em muitos, no sábado eu fui no Rock in Rio assistir a volta aos palcos da Rihanna. Então como eu fiz da ultima vez eu vou contar aqui um pouquinho de como foi o Rock in Rio no geral, okay?

Primeiro que os meus planos para o festival já deram errado logo de inicio porque não consegui ir no dia do Queen. O que me deixou bem pra baixo. Infelizmente isso são coisas da vida e que a gente tem que aprender a conviver.

Eu tinha tudo planejado pro dia da Rihanna, eu ia pro Rio um dia antes, ia dormir na casa de um colega. E no outro dia íamos para a Cidade do Rock. Esse plano foi por água abaixo porque o meu colega teve alguns problemas e teve que cancelar. Fiquei um pouco preocupado com a situação. Quem não ia ficar não é? Mas acabei resolvendo.

No dia 26, eu saí da minha cidade de madrugada que fica aproximadamente a 4 horas do Rio.  Fui de carro, contei o problema que tive pro meu pai e ele disse que poderia me levar de carro e assim fomos. Fiz um playlist com umas músicas de viagem e seguimos até o Rio. Meu irmão foi junto, uma coisa meio viagem de família o que eu achei super legal. Fazia tempo que não tinhamos um programa assim.

Cheguei ao Rio por volta de uma 7 da manhã. Passamos na praia, mesmo eu não gostando. A praia da Barra é uma das minha preferidas por ter pouca gente e o mar ser lindo. E ficamos lá até umas 11 horas, quando eu resolvi ir no Starbucks, o que acabou não acontecendo.

Por volta do meio dia e meio, resolvi ir pro Terminal da Alvorada pra pegar o ônibus que me levaria até a cidade do Rock, tinha algumas filas, e você tem que andar muito até chegar na entrada do festival, com isso cheguei ao portão faltando uns quinze minutos para as 2 horas – horário de abertura.

Quando finalmente botei o pé no evento já eram quase 3 da tarde. Estava bastante quente. Eu queria muito ir nos brinquedos dos parques de diversão. E esse ano a organização do evento disse que não seria necessário enfrentar filas porque o horário poderia ser agendado por um aplicativo. E adivinha tinha fila pra marcar hora. Me senti indo marcar uma consulta no SUS. Dei uma volta em todo o Rock in Rio pra ver a estrutura dos palcos e das coisas. Nada tinha mudado muito da ultima edição para essa.

Aborrecido ainda com a fila resolvi comprar algo pra comer. Comprei e fui direto pra palco mundo marcar o meu lugar. Porque não tinha mais nada lá que me interessasse. Então fiquei na frente do palco de 4 horas da tarde até o final dos shows. O bom é que deu tempo suficiente pra fazer amizades com o pessoal que tinha vindo de Brasília pra assistir o festival e que me fizeram companhia, já que novamente eu fui no  festival sozinho.

#tbt Rock in Rio

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O show do Lulu Santos começou as 7 horas em ponto. E o cara foi incrível, ele tem uma energia muito boa. E quando ele trouxe o Mr. Catra pro palco e todo mundo começou a gritar “Uh Papai Chegou” foi muito incrível. Outro ponto positivo do show foi o posicionamento do Lulu quanto ao que o congresso definiu como família. Eu particularmente acho incrível quando um artista faz isso.

A Sheppard entrou com atraso depois de algumas vaias. Entretanto compensaram isso com um show animado, e cheio de energia. Dava pra perceber o quanto eles estavam felizes de tocar ali. Eu particularmente só conhecia a música “Geronimo”, mas eles fizeram todos aprender as músicas rapidamente. E cantamos em coro.

Say Geronimo! Say Geronimo!

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O Sam Smith, como um bom Britânico começou o seu show da hora. E pra mim foi o artista revelação desse Rock in Rio. Eu sabia as música, e fiquei maravilhado como ele conduz o show. Como pediu pra cantarmos juntos. Com a sua potência vocal – que não chega nem aos pés do que Jessie J fez no ultimo festival– mas mesmo assim e deixou boquiaberto. E eu gosto de show assim, que faz a gente virar fã logo depois de assistir. Então, parabéns Sam Smith e Muito obrigado.

Rihanna, acho que virou tradição você se atrasar no Rock in Rio né? Meia hora de atraso, porque as pessoas não conseguiam acertar o maldito telão do palco – que não acrescentou em nada o show. Críticas e atrasos a parte, quando música começou a tocar a Rihanna colocou os pés naquele palco nada mais importava. O show mais esperado da noite tinha começado e todos estavam atentos. Rihanna, estava com um visual bastante exótico e incrível para aquela noite. Muita fumaça e uma seleção dos melhores hits da sua carreira tocaram. Eu até então não tinha visto fãs não assíduos quanto os delas. As vezes era difícil ouvir da Rihanna cantando de tanto que os fãs cantavam alto as músicas. Levaram notas de dólar com a cara da Riri estampada e jogaram em Bitch Better Have Money.  O que foi incrível. Queria muito ter tirado fotos mais o meu celular descarregou e não consegui e as pessoas com quem eu assisti o show ainda não me enviaram, fico devendo okay?

No mais foi isso, passei um pouco de dificuldade pra achar meu pai com o celular descarregado depois do show, a minha sorte é que eu consegui uma carguinha em um quiosque. A viagem de volta pra minha cidade eu fiz toda dormindo, porque estava exausto. Além de boas memórias o Rock in Rio me deixou uma infecção intestinal que foi o motivo do meu sumiço essa semana por que passei muito mal.

Bem, espero compensá-los com mais posts essa semana e espero que tenham gostado. Deixe seu comentário aqui em baixo e vamos conversar um pouco.

 

#CoverdaSemana: Better Have My Money – Kelly Clarkson


Sentiram saudades? Desculpem o sumiço nesse ultimo mês. Sim, só se passou um mês mas parece que foi muito mais do que isso,ou sou só eu que acho isso? Bem, era meu final de período e tudo foi acontecendo estupidamente rápido e acabou que não deu nem tempo de eu vir aqui dá uma satisfação. Mas isso não é motivo pra ficar sem música na semana né?

O #CoverdaSemana fica com a linda da Kelly Clarkson! A versão ficou bem diferente da original e também é clean,ou seja, sem os três milhões de palavrões da música original. E você confere aqui:

A faixa que Kelly faz o cover é B*tch Better Have My Money da Rihanna. A faixa já foi lançada a um tempo e faz parte do futuro álbum “#R8” que não tem data pra sair. O clipe de B*tch Better My Money saiu na semana passada e é um dos mais legais que a Rihanna já lançou e de uma forma que nunca vimos a Rihanna. Assassina, cheia de sangue e botando o terror. O video você pode conferir logo aqui em baixo:

*Atenção: O video não é indicado para menores de 18 anos por ter violência, nudez e consumo de drogas.

Se você curtiu o cover, ou conhece alguém que pode estar aqui, não esqueça de deixar nos comentários. Se você que me ajudar a divulgar, coloque a tag #CoverDaSemana nas redes sociais! E até semana que vem Galerinha!

#CoverDaSemana: Four Five Seconds – Hobbie Stuart


Hey Galerinha! Já é 1º de Junho hein? Metade de 2015 já se passou, eu nem vi, e parece que eu não fiz nada nesse tempo todo. Vocês também acharam isso? Mas se tem uma coisa que eu fiz em várias segundas-feiras do ano foi postar o #CoverDaSemana aqui no blog. E hoje não poderia ser diferente! 😉

O cover dessa semana tem tudo a ver com esse meiozinho de ano. Eu já estou no final do semestre da faculdade faltando menos de um mês para acabar, e eu já não aguento mais. Estou contando os dias para o final de semana porque sei que é menos uma, e que o fim do semestre está cada vez mais próximo. É claro que as vezes eu fico todo feliz pra curtir o dia, e vem alguém ou algo e me joga um balde de água fria e eu fico todo muado de novo. De uns tempos pra cá, FourFive Seconds, essa incrível colaboração entre Rihanna, Kanye West e Paul McCartney, tem sido a trilha sonora dos meus dias, e ficou muito boa também na voz do britânico Hobbie Stuart (canal do Youtube,aqui).

Se você não conhece o clipe original é esse acima! Eu acho incrível e muito minimalista. Espero que você goste também!

Plus:

Eu amei esse cover também. Ahh esses asiáticos, mandando muito bem nos instrumentos e na voz. Não escolhi ele pq eu achei bem animadinha e como eu estou em uma vibe, mais devagar.

Galerinha, desculpa a vibe meio pra baixo esse segunda, mas é que eu estou muito assim ultimamente, mas vamos pensar na coisa boa que é o ferido dessa quinta-feira 😛

Se você curtiu o cover, ou conhece alguém que pode estar aqui, não esqueça de deixar nos comentários. Se você que me ajudar a divulgar, coloque a tag #CoverDaSemana nas redes sociais! E até semana que vem Galerinha!

Sia e o seu Chandelier


On repeat 🔃

Desde que Sia lançou sua música “Chandelier”, que eu não tenha visto uma pessoa que não gostara do clipe, ouvi duras críticas quanto aos vocais da música, e quanto eles se assemelham com o vocais da Rihanna. Para aos mais desavisados Siacompôs várias músicas para Rihanna, como a poderosa “Diamonds”, e também revelou que tinha composto “Chandelier” Riri, entretanto, quando a mesma leu a música notou que aquela música foi escrita para si e não para outra pessoa.

Rihanna:

Sia:

Talvez esse seja o grande motivo das comparações entre os vocais da Sia com a Rihanna. Se a própria Sia achou que a música que ela mesma compôs pra si, ficaria melhor nesses vocais, no meu entendimento, é porque essa é a Sia que ela queria mostrar. Seus vocais continuam fortes. Tenho uma critica, mas que não se estende a Sia e sim a todas as gravadoras grandes que resolvem tirar a rouquidão das vozes dos artistas, vide Demi Lovato, que é muito melhor ( e suportável) ao vivo do que em seus álbuns de estúdio. Com Sia a situação parece se assemelhar. Seus vocais são lindos, além da própria fazer performances incrivelmente conceituais para Chandelier.

A primeira é está na qual ela se apresenta de costas para o público e na cara para a parede no programa da Ellen Degeneres, com a menina Maddie Ziegler que deixa a todos de queixo caído no clipe, executando uma coreografia memorável.

A segunda a atriz Lena Dunham (seriado Girls, HBO) faz a vez da dançarina e faz uma versão bem humorada da coreografia, enquanto Sia está cantando deitada! Sim, você leu isso certo. D-E-I-T-A-D-A. Em uma beliche. E termina encochando a atriz.

Por fim, a ultima apresentação foi no evento LGBT Trailblazers. Onde junto ela performa de costas para a platéia, em cima de um patamar de uma escada. Junto com um coral gay e o coreógrafo Ryan Heffington.

sia 1000 forms of fear - Αναζήτηση Google

O legal dessas apresentações é que a Sia simplesmente não mostra a sua cara, é como se ela dissesse ao mundo que não precisa de uma imagem para fazer sucesso, e não precisa mesmo. Além disso reconhecemos que é sia pela tradicional peruca ( ou será cabelo de verdade?) que ela usa, que também está na capa do seu novo álbum “1000 Forms of Fear”. O que me diz que é uma bela jogada de marketing. Então galera tirem suas próprias conclusões e se deliciem com a Sia! 😉

 

Please Don’t Stop The Music: Semana Safadinha


Pra quem ficou meio voando essa semana, ela foi bem safadinha, e por não dizer promíscua? Rihanna e Britney liberaram seus novos clipes.  Eles abusam da sexualidade e dispensam roupas! É meu amigo leitor, o mundo está totalmente “Bitch”

Pour it up – Rihanna

Rihanna está toda cafetina no clipe do seu single “Pour It Up”, sentada em uma cadeira e mexendo a bunda como ninguém (aliás, que gelatina era aquela mesmo?) Aliás, dê uma olha e tire suas próprias conclusões:

Muito dinheiro, muito glamour, uma mistica dançando sensualmente (?) tudo bem chamativo. Bem, na minha opinião eu sinto saudades mesmo é da farofa!

Work Bitch – Britney Spears

Estavam dizendo que esse seria o grande come back da Neide. Será mesmo? Em questões musicais eu achei bem pobrezinho, tava esperando algo lá Piece of Me. Não é que a música seja ruim, mas eu esperava bem mais.  Dê uma olhada:

Então? A fotografia tá incrivel, mas eu achei parecido com “Wanna Go”. A parte do chicote em “Work Bitch” me lembra bastante a do microfone em “Wanna Go”. Sim, ela tá dançando muito bem e tá bonita, mas sei lá podia ser bem mais!

Walk on Air – Katy Perry

Ela não para né gente? Nem lançou o “Prism” e eu já tô amando o álbum que está quebrando recordes (será que dessa vez vai rolar Grammy?), Katy tem 3 singles no topo das paradas (essa sim renovou o pacto hein?). Com músicas bem acabadas e com estilos diferente Katy está fazendo o que sabe fazer melhor, um álbum cheio de surpresas e com um bom tema! Então com vocês “Walk on Air”