Sim, eu quero escrever mais (e melhor)


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Muito de vez em quando eu tenho pego, meu caderno e caneta ou meu computador para escrever alguma coisa. Eu não sei muito bem o porquê. Só sei é um misto de ansiedade, com preguiça.

Eu tenho pensado muito ultimamente, mesmo. Semana passada eu sentei aqui e escrevi um enorme texto. Foi publicado? Não. Por que? Porque era denso de mais, falava sobre morrer e continuar vivo. E eu não tive coragem de publicar. O motivo é bem simples, eu quero trazer coisas positivas pra vocês.

Toda vez que eu pego uma caneta e o meu caderno, ou o computador, é pra desabafar. Geralmente minha cabeça está indo tão rápido, que é o melhor jeito de eu raciocinar. Até que um dia eu me fiz a seguinte pergunta: “O que eu estou dando para as pessoas?” e eu só conseguia pensar que eu tô compartilhando minhas agonias e não minhas alegrias. Eu to compartilhando mais meus fracassos do que minhas vitórias. E não, eu não quero isso mais. Eu quero ser uma pessoa que inspira as pessoas. Que faça elas serem melhores. Ser um amigo que elas correm para ver quando as coisas estão ruins e ficarem boas e não o amigo que dá uma ajuda para a pessoa se enterrar mais ainda.

Então, o que eu tô dizendo é que eu estou em uma busca. Uma busca para ser uma pessoa melhor, um escritor melhor. Algo melhor não só pra mim, mas pra vocês também. Sei que não é muita gente que vem aqui e lê tudo o que eu tenho pra dizer, mas se tiver uma pessoa que leia, já está valendo a pena. E eu sou muito grato por essa uma pessoa.

Com certeza eu já tenho algumas coisas preparadas e a gente se vê em breve! 😉

Com amor,

Luiz

 

Santo Antonio Online


Eu sou uma pessoa que ama se relacionar, de sentar em um lugar e bater papo. Gosto muito também de sair pra balada e me divertir na pista de dança. Eu gosto de rir e fazer piadinhas. Em fim, eu gosto de conhecer pessoas.

Já faz uns dois meses que eu resolvi tomar uma atitude e tentar mudar o estado de solteiro. Já faz bastante tempo que eu estou sozinho, isso é a minha escolha claro, a maioria das vezes eu não me sinto pronto para me relacionar com alguém, porque eu me machuco fácil quando eu tento isso. No entanto eu fui lá de novo me tentar aventurar nesse mundo maluco das relações de pessoas.

Eu sempre fui melhor em me conectar alguém por meios virtuais do que por cara a cara. Vai entender a minha complexa auto estima. Nisso, vendo vários colegas se dando bem nesses aplicativos que unem as pessoas eu resolvi ir lá e criar um perfil. Afinal, ali poderia estar uma grande oportunidade de conseguir alguém. Ou pelo menos me divertir um pouco.

Acabou que nesses dois meses em vez de conhecer pessoas, eu acabei conhecendo mais sobre mim. Descobri que eu não gosto mesmo dessa coisa de tratar as pessoas como objeto. Ainda mais dispostas nesses catálogos que são os aplicativos. Catálogos porque você escolhe a pessoas pelas suas fotos, uma breve descrição que muitas vezes soa audaciosa de mais ou uma citação. Eu senti falta da autenticidade das pessoas. Eu não gosto de ver ninguém como um objeto, as pessoas tem que ser mais do que isso pra mim, eu tento acreditar nisso.

Agora se você é muito inseguro quanto a você por favor não tente esse tipo de saída. Olha, eu tenho algumas inseguranças sobre como as pessoas me veem. O fato é que eu sou gordinho e só isso já afasta as pessoas ao verem as fotos. Depois, você acaba distribuindo “likes” para um monte de pessoas que você acha que são bonitas ou parecem pelo menos autenticas pela descrição que parecem que vão dar certo contigo. Ah, você que está do outro lado, você pode estar errado feio, rude. um decimo dos likes deram match. Se fosse há algum tempo atrás eu já estaria louco, pensando que eu não faço o tipo de ninguém e que eu morreria sozinho com um cachorro do meu lado. Ia querer sair da minha pele e ser mais bonito e magro. Eu ficaria devastado, me sentido a pior pessoa do mundo..

Mas dessa vez eu preferi não encarar as coisas dessa forma, eu parei e pensei: “Olha, talvez esse não seja o tipo de pessoa que eu esteja querendo me relacionar”. Eu tenho a plena ciência que eu não tenho as melhores fotos. Eu não me importei em escrever um perfil. Porque eu queria conhecer pessoas, queria que elas me conhecessem mais do que as coisas que eu disponibilizei no aplicativo.

Ora, e as pessoas parecem que não sabe relacionar mesmo. Eu comecei a conversar com algumas pessoas e na hora que eu senti que tinha alguma conexão, pronto. Desfaziam o match e sumiam da vida, sem se despedir ou falar alguma coisa. Simplesmente te deixavam lá, boiando. Por favor não seja esse tipo de pessoa. Porque se alguém quebrou a cabeça pra inventar um assunto pra manter a conversa contigo o minimo que você pode fazer é ter respeito e educação com quem você está relacionando. Nem que seja um “não me leve a mal, mas eu não estou mesmo interessado” é melhor do que virar as costas e sair andando como se você estivesse conversando com um poste e não uma pessoa. Porque definitivamente eu não sou um poste e não gostaria de ser um.

No final, valeu, ou está valendo a experiência, porque até o momento que eu escrevi esse texto os aplicativos estão instalados no meu celular. Mas eu prefiro as pessoas reais, eu prefiro conhecê-las, não superficialmente escolher pela foto, mas pelo conteúdo que elas compartilham ou conversam, sobre os gostos em comum. Pessoas não são objetos que podem sem estar em catálogos, elas carregam uma historia um modo de vida e é isso que vai dizer se você dar certo ou não com elas.

Até a próxima.

#CoverDaSemana: Medley do ANTI!


Tá.. Eu sei que faz semanas que eu não apareço aqui pra dar um oi. Não posso prometer que isso vai mudar. Só que se você pensa que não estou antenado nas novidades, ah mas você está muito enganado, meu querido leitor ou leitora.

Essa semana um dos meus canais favoritos do Youtube, o Super Fruit lançou um Madley incrível do ANTI da Rihanna inteirinho e é simplesmente de mais! Então em meio a todo caos que a minha vida é eu resolvi dar uma paradinha para compartilhar isso com vocês! Espero que você curta!

Se você quiser saber mais sobre o ANTI  que tal você ler aqui essa Review que eu fiz?

Bem, é isso por hoje. E a gente se vê por aí. Se você quiser saber mais de mim te aconselho a me seguir no twitter, que é @luiz8P.

#CoverDaSemana: Here de Alessia Cara por Troye Sivan


Se tem uma música que eu fiquei viciado com certeza é Here da Alessia Cara – Não estou prometendo nada, mas talvez aconteça uma matéria sobre ela aqui. Enquanto isso não acontece eu queria deixar você com esse cover incrível que o Troye Sivan fez.

Se você quiser saber mais sobre o Troye você pode clicar aqui e ver as outras matérias que eu escrevi sobre ele. Sinta-se a vontade e casa é sua!

Autoestima e Internet.


Hey, eu não faço a mínima ideia de como começar esse texto. Mil maneiras já me passaram e eu apaguei todas porque não eram boas o suficiente pra começar. Se você estiver lendo essa, bem, eu acho que consegui!

Pra mim, é um pouco complicado falar sobre autoestima, porque é algo que eu não tenho muito, por mais que quem veja de fora não consiga enxergar. Mas isso é um assunto muito repetido aqui, e as letras do teclado já chegam a estar gastas por causa desse assunto.

Entretanto, eu venho construindo uma autoestima. Eu acho que a melhor definição pro que estou fazendo: construindo.Porque é algo que eu tenho melhorado, sabe? Como uma casa que você começa de um terreno, você o limpa, começa a fazer as fundações e depois vem com a estrutura, as paredes, o telhado, e por fim os acabamentos e as cores.

Eu acho que eu estou ficando um pouco velho pra escrever sobre essas coisas. Talvez porque eu esteja na fase de começar a colorir a casa que é a minha autoestima. E eu queria compartilhar algo com você que está lendo este texto: Como a internet tem me ajudado a construir a autoestima.

Eu tenho passado por várias mudanças de pensamento e visões de mundo. Coisas que antes eu não entendia muito bem e que de um tempo pra cá, eu tenho me esforçado para entender e fazer acontecer. O que acontece é que quando eu era mais novo – o que não faz tanto tempo assim – eu não tinha fonte pra construir essa autoestima como tem hoje. Achar essas coisas na internet era complicado. Tinha assuntos que não eram tratados e o conteúdo não era muito bom. Graças a Deus isso mudou muito e melhorou muito, tanto que finalmente estou conseguindo pintar minha casinha.

Hoje, se você tem dúvida sobre alguma coisa na sua vida, você tem 3 opções básicas: (1) não fazer nada; (2) sofrer com isso, e afundar ainda mais em um buraco; (3) tentar mudar e procurar alguém que te entenda e ajude você a entender melhor o que você está passando.

Se você escolher fazer nada, paciência. Não acho que seja a melhor escolha, mas também não é a pior. A vida vai se encarregar disso. Agora, se você escolher sofrer, amigo ou amiga, você está numa enrascada. Sabe por quê? Você mesmo ou mesma já não tá muito legal, está se questionando, não tá satisfeito. E do nada a mídia também te bombardeia com um monte de ideia sobre como você tem que ser, e você sofre ainda mais com isso, porque do mesmo jeito que temos um acesso muito grande a todo tipo de informação, fica muito difícil viver dentro de uma bolha. Mas eu respeito a sua escolha.

Agora se você escolher mudar, nossa, você tem tudo pra conseguir. É como eu disse, o mundo tá cheio de informação aí; é só você sentar e procurar na internet. Se você é gordinho, se você é magro, se você se acha esquisito, se você tem um nariz grande; Qualquer uma dessas qualidades que te fazem único,procure alguém que você goste e que te ajude a te sentir melhor. A internet tá cheia dessas pessoas, mesmo, pessoas que querem namorar gordinhos, pessoas que gostam de magrelos, narigudos, pessoas que tem pintinhas, só procure.

Eu tenho usado muito o Youtube. Sempre tem algum youtuber que vai dizer o que você quer ouvir, ou que você se identifica. Eu por exemplo, me sinto muito mais confiante quando assisto o João Bertoni (que eu fiz uma matéria) ou o Luba. Só não fique aí se remoendo. Faça algo pra mudar a sua vida pra melhor, e isso não quer dizer que te faça feliz, mas que te traga paz, porque isso vai ser suficiente pra mudar o mundo.

Bem, é isso o que eu tenho pra dizer por hoje. Espero que você tenha curtido. Por favor , me deixe saber o que achou comentando aqui em baixo. E até uma próxima! 😜

*as fotos não são minhas, se caso for sua e você desejar retirar. Por favor, entre em contato.

 

Review: Sejam bem-vindos a ANTI


Depois de um pouco mais de 2 anos de uma longa espera cheia de ansiedade e rumores Rihanna finalmente lançou o antes chamado #R8… O ANTI. E agora eu vi aqui pra que? Isso mesmo pra te dizer o que eu achei desse álbum!

A capa.

Um dos pontos mais fortes do álbum está na capa. É tão simples e ao mesmo tempo sofisticada. E por que não dizer que é linda? O vermelho  contrastando com o branco e a Coroa tampando os olhos? Tão incrível. Entretanto a parte mais poética pra mim é uma criança na capa desse álbum. Se você ainda não escutou o ANTI, talvez não seja capaz de captar esse paradoxo.

AQUI COMEÇA O REVIEW

Uma criança na capa é muito poético para o álbum mais maduro da Rihanna. Fiquei muito em duvida se o título “Embrace your past but live for now” ficaria muito pesado para isso. Entretanto, não há melhor forma de definir o ANTI. No álbum anterior a esse, o “Unapologetic”, Rihanna casou de se desculpar e cresceu, fez muita música com conteúdo, belas letras e classe. A perda da sua avó ainda é o meu palpite para tanto crescimento. Porém o ANTI é bem mais que parar de se desculpar e sim assumir a responsabilidade por quem Rihanna se tornou.

A menina cresceu e agora resolveu passar uma mensagem; e no momento certo. Rihanna e sua equipe são muito bons. Ela não caiu em um erro muito comum de em um segundo ou terceiro álbum quando o seu público ainda não está formado de lançar um CD maduro que muda totalmente o estilo da sua música, como Lady Gaga com “Born This Way” e Jessie J com o “Alive” – não estou dizendo que esses álbuns são ruins, só que foram lançados em um momento errado.

Rihanna, veio abrindo o caminho pro ANTI. Perceba que do “Loud” pro “Talk That Talk” nos já sentimos uma leve mudança no estilo, algo mais hip-hop com uma ostentação. Depois do “Talk that Talk” pro “Unapologetic” vimos as batidas diminuindo. Não teve tanta farofa – as músicas pra se jogar na balada– e  acabamos por  sentir as músicas como “Diamonds”, “Stay”, mas quem não se lembra do “Right Now” com o David Guetta que dava a maior vontade a arrastar os moveis da sala e sair dançando? Mas agora esquece… Acabou isso tudo. “FourFiveSecods”, “American Oxigen” e “Bitch Better Have My Money” (BBHMM) já indicavam que agora ia ter caviar. A primeira música é uma parceria com Kanye West e Paul McCartney é  uma baladinha lenta com dos ícones da música mundial, American Oxigen mostrava uma Rihanna que queria cantar sobre as coisas que sentia e por fim BBHMM diz que estaria em fim cantando sobre dinheiro e poder, sem nenhum pudor.

Como quem me acompanha sabe eu fui no show da RiRi no Rock in Rio. O que quase ninguém sabe foi que eu notei uma “vibe” muito mais de rock no show, eu não entendia muito bem o porquê daquilo. Tinha algo estranho. Mas eu nunca disse a ninguém as vezes era só o estilo do show. Não, Rihanna já deu aquela preparada pro que estava vindo. A entrada do show e as guitarras no talo apresentavam a prévia do ANTI. E bem agora o show que eu não achei tão bom ficou um pouco mais interessante.

No ANTI, vemos essa “vibe” mais hustler de Rihanna com faixar como “Desperado” e “Work” que conta com a participação do Drake. Na música que abri o ANTI, “Cosideration” que conta com a participação de SZA tem um lado mais reggae e claramente tem um dedo do mentor Kanye West na batida, é uma das minhas favoritas. Uma coisa que não favoreceu um álbum que demorou 2 anos para ser feito foi o fato dele contar com 3 faixas do tipo interlude, 2 com um pouco mais de 2 minutos e outra com menos são elas “James Joint”, “Yeah, Said it” e “Higher” essa foi uma que eu fiquei “eu preciso de mais!”. Outro ponto bem fraco foi o cover de “New Person, Same Old Mistakes” (Tame Impala) que foi renomeada de “Same Ol’ Mistakes”. Olha Rihanna, você me respeita, eu fiquei esperando 2 anos fui no seu show para você fazer uma música cover de 6 minutos? E que nem é tão boa, não querida. Por falar em cover… eu ouvi a versão Deluxe do ANTI que saiu, nele Rihanna apresenta mais um interlude nomeada “Goodnight Gotham” que é o inicio do show dela no Rock in Rio e o que aparece nesse comercial da Dior que nada mais é do que a “Only If For a Night” da Florece and The Machine, mas que pra minha decepção só fica repetindo o nome da música original com vários efeitos.

O que ainda me surpreendeu mais foi que nenhuma das três músicas lançadas anteriormente foi incorporada ao CD. Simplesmente descartas, o que poderia ser uma arma poderosa para o conexão com o público.

Mas em fim, do que se trata o ANTI?

Anti se trata de nada mais do que emoção, uma emoção crua e verdadeira. Mostra a Rihanna apaixonada, que trabalhou duro, que amadureceu. Uma Rihanna que não é mais tão baladeira, mas uma Rihanna humana e sincera. Mostrando suas fragilidades como a criança que aparece na capa desse álbum. Não era nada do que esperamos, o que não significa que o álbum não é incrível porque sim, ele é. Então se apaixone por essa nova Rihanna, ela é tão parecida contigo que você nem imagina.