Be Artist…


Já faz um tempo que eu venho lendo o livro “Stay Strong 365 dias do Ano” da Demi Lovato. Se você está se perguntando se houve zueira quando eu comprei o livro: Sim, houve. Entretanto vale muito a pena ler o livro. Espero após os 365 dia eu possa fazer um review aqui do livro. O importante é saber que o livro trás uma frase motivacional (e tem até Nicki Minaj) depois uma reflexão sobre a frase e logo depois o objetivo do dia. Tenho dito que é um bom livro porque se você levar a sério cumprir os objetivos você acabará vendo que o livro não é tão superficial quanto parece. É o que eu tenho feito.

É o que me leva a escrever hoje. A frase motivacional é do Pablo Picasso: “É mais facil ser criativo quando criança do que quando adulto” e o objetivo foi: Continuar fazendo o seu hobbie e o que você gosta (algo assim, não estou com o livro aqui do lado para transcrevê-lo) bem, cá estou eu escrevendo de novo. Adivinhem em qual situação mental? Se você chutou crise está certíssimo se você ainda disse por causa de amizade chutou mais certo ainda #vaitercopasim.

E por falar em copa e amizades vamos tratar de arquitetura. Sim, eu gosto de fazer arquitetura de pensar os espaços, mas gosto da parte conceitual e também de estudo da forma. Mas no momento não consigo em pensar em nada além de não fazer nada. Como assim? Eu vou tentar explicar, em qualquer profissão do mundo é necessário o mínimo de convivência, e sejamos claros, nunca fui muito bom nesse quesito e isso fica cada vez mais claro pra mim. Como serei um bom arquiteto se eu tenho problema de convivência com as pessoas? Além da grande dificuldade que se chama bloqueio criativo, uma vez que os meus problemas pessoas interferem cada vez mais na minha vida “profissional”. Talvez seja pro isso que agora eu esteja escrevendo esse texto ao invés de escrever o texto para a matéria de projeto arquitetônico. Esses mesmos problemas que não me deixaram fazer um croque sobre a casa que eu quero fazer, esse medo de me expressar e de nunca ser bem recebido. Não me vejo no futuro fazendo outra coisa que não seja arquitetura, uma arquitetura que valorize o entorno, geralmente obras públicas, com um quesito conceitual/formal grande. Eu só espero que a minha cabeça não me mate até lá.

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