O Prisma transformador da Katy Perry


Prism

Depois de colher belos frutos do seu ultimo trabalho o Teenage Dream, Katy Perry tem o novo desafio nas mãos, manter o sucesso com um novo álbum. Então ela fez de tudo para deixar o passado de lado, queimando perucas, enterrando o álbum antigo, e rugindo como um tigre, na divulgação do primeiro single da era PRISM, Roar.

Image Galleries | Katy Perry

Entretanto Katy não precisa se preocupar em fazer sucesso. Seu CD já apresenta 3 singles no topo das paradas, sendo 2 deles são promocionais: Walk on Air e Dark Horse.  No entanto nem tudo são flores, o vazamento dos álbuns tem assombrado o mundo na música nos últimos tempos, e alguns dias antes do lançamento oficial, Katy viu seu material vazando pela internet pouco a pouco, foi quando ela mesma tomou a decisão de disponibilizá-lo na integra para que todos pudessem ouvir, uma jogada muito boa.

Katy | via Facebook

Eu já ouvi o álbum, (e quem ainda não?) e resolvi deixar aqui as minha impressões sobre o que eu achei. Vamos começar primeiro pelo time eleito pela Katy Perry que já faz de PRISM um sucesso de produção entre os nomes mais conhecidos temos velhos conhecidos como Dr. Luke e Bonnie Mckeen que também estiveram presentes na produção do antecessor de PRISM, Teenage Dream.

Prism Mexico ❤

Sobre o PRISM fiquei desde sempre com a mesma impressão que ele seria um pouco mais obscuro, mesmo com a sua capa sendo toda colorida. Falando em linha gerais, eu achei PRISM, anos 80,90 e início dos 2000 – mas, oi? É isso mesmo que você leu, foi uma época muito animada, com exagero de saxofones e batidinhas que ficam em nossas cabeças, mas não é só isso, em meio tanto brilho e coisas novas, se pararmos e olharmos para trás vamos achar tudo meio sem brilho ou meio obscuro, perto das nossas linhas retas e menos detalhes que vemos hoje em dia, ouçam e pensem nesse conceito.

Sobre as músicas eu vou falar, não do álbum todo, mas apenas as que eu quero muito que virem single, ou as que já viraram. São elas: Roar, Legendary Lovers, Unconditionally, Brithday, Walking on Air, Dark Horse, This is How We Do, International Smile, Choose Your Battles.

Sobre Roar, eu preciso dizer mais alguma coisa? É o primeiro single do CD e é incrível, chegou ao topo das paradas e conseguiu ganhar de Lady Gaga. Katy tá podendo.

Legendary Lovers, é uma música muito boa do CD, ela tem uma pegada oriental/árabe que eu preciso saber como vai ser o clipe. É uma música gostosinha que o refrão “Take me down to the river/ Underneath the blood orange sun” E adivinha sobre o que trata a letra? Sim, de um amor legendário, como se fosse um conto que atravessa o tempo, como não amar a Katy e Bonnie McKee com essas composições?

Unconditionally escolhido como o segundo single do CD, é uma balada romântica, com sonoridade bem parecida com Legendary Lovers, mas também é gostosinha.

Brithday está no top 3 das minhas preferidas, com uma pegada bastante anos 90. Ela é uma graça e tem uma batidinha super boa para dançar e se jogar na balada mais cult por assim dizer.

Walking no Air, essa é pra se jogar na balada mesmo, a música mais animada do CD parece que foi feita mesmo para as baladas, lembra algo meio travesti, não sei porque mas eu tive essa impressão.

Dark Horse, essa sim é um Urbe, sério. Foi o single promocional escolhido pelo publico para ser divulgado no VMA desse ano. É uma música bastante misteriosa e que envolve mágica. E eu não consigo parar de ouvir. E o refrão não desgruda mesmo da cabeça.

This is How We Do, de longe parece bastante com um velha conhecida nossa: Last Friday Night! E e tão boa quanto vale mesmo dar o play!

International Smile coloquei ela aqui só pq ela cita a cidade do Rio de Janeiro e acho importante dizer o quanto os artistas amam o nosso país! Mas é animadinho e vale ouvir também.

Choose Your Battles é bem mais triste, mas a letra me fez refletir bastante e a sonoridade combina perfeitamente com a letra, e eu acho isso muito importante.

Agora Katy só tem mais um desafio: CONSEGUIR UM GRAMMY!  Estamos de dedos cruzados por você Katy!!!

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Um comentário sobre “O Prisma transformador da Katy Perry

  1. Pingback: Communion, finalmente o álbum do Years & Years | Tá na Boca da Galera

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